Banco Inter quer se transformar no banco para imigrantes nos EUA: saiba mais!

Banco Inter quer se transformar no banco para imigrantes nos EUA. Mas como assim? Confere aqui!

O Banco Inter é um dos maiores bancos digitais do Brasil. Assim como outros, ele foca os serviços numa conta digital. Através dela, é possível fazer diversas transações financeiras, de modo rápido e facil. Isso dribla as burocracias básicas que se costuma ver em bancos. E agora que cresceu bastante no Brasil, com mais de 18 milhões de clientes, o Inter quer expandir.

Seu foco, no momento, é nos EUA. Ao passo que a Nubank, por exemplo, visa uma expansão na América Latina, o Inter mira em mercados desenvolvidos. Nesse caso, o dos Estados Unidos. Seu plano para o país é alcançar 1 milhão de clientes até o fim de 2022. O pontapé inicial foi a compra da fintech Usend, que possui conta digital e conta com 200 mil clientes.

O foco da estratégia é nos imigrantes dos EUA. Há um número massivo de imigrantes naquele país, buscando por uma vida melhor e o famoso sonho americano. Dessa maneira, a imigração para os EUA se torna uma opção atrativa. Contudo, há os lados negativos. Dentre eles, por exemplo, as altas taxas nos serviços bancários.

Assim, possuir um nicho específico faz parte do método que a empresa vai usar. João Vitor Menin, o presidente do Inter, afirmou que a intenção é que o Inter tenha alcance global no futuro. A ideia é integrar todos os serviços, numa só solução pelo app. Aponta, ainda, que se tudo der certo nos Estados Unidos, os resultados serão melhores do que se ocorressem em outro lugar, como a Colômbia.

Banco Inter quer se transformar no banco para imigrantes nos EUA: as ferramentas

A competição entre os bancos digitais é acirrada. Assim, para chamar a atenção dos consumidores, é necessário oferecer bons serviços. Se destacar dentre os concorrentes é essencial. Então, além de já ter um público alvo, o Inter também vai testar ferramentas de serviço, como o Inter Shopping e o Inter Invest.

O Inter Shopping é um marketplace que se tornou popular no Brasil. Seu atrativo principal é o cashback. Com ele, através dos pagamentos, o cliente recebe uma porcentagem do valor que gasta. A estratégia também inclui uma expansão do negócio de remessas da Usend. Contudo, eles prentedem inserir as contas da Usend dentro do Inter.

Mas partir para os EUA não é o fim da linha. Segundo o presidente do conselho do Inter, Rubens Menin, o banco também deve prosseguir em direção à Europa. Assim, confirma o apontamento anterior de que pretende não apenas se tornar um aplicativo global, mas com foco inicial em mercados desenvolvidos.

Nesse caso, o processo deve ocorrer através de aquisições. Consideram Portugal como uma boa opção, pois a família que gerencia o banco já tem um negócio de vinhos no país, e conhece a região.

Assim, espera-se que a iniciativa de fato leve o Inter para território estrangeiro. É difícil prever se o objetivo de atingir 1 milhão de clientes esse ano nos EUA será alcançado, mas sem dúvidas é interessante observar uma empresa brasileira de banco digital se lançando em um mercado desenvolvido.