C6 Bank habilita reconhecimento facial pelo app

C6 Bank habilita reconhecimento facial pelo app. Confira mais sobre!

Os bancos digitais dominaram o mercado. Com produtos e serviços inovadores, eles chamam muita atenção dos consumidores. Como fornecem um meio fácil e acessível, acabam sendo muito atraentes. Isso porque, driblam a burocracia típica dos bancos comuns.

Nesse caso, basta ter um dispositivo e fazer o download do app. Dessa maneira, é possível realizar diversas transações. Todavia, a segurança por vezes fica em cheque. Como são sistemas digitais, outros tipos de medida acabam sendo necessárias. Mas os bancos estão atentos a isso também.

Ademais, fornecer boas medidas de segurança também torna o serviço mais confiável. Assim, novas pessoas podem se interessar. O C6 Bank preza bastante pela segurança dos seus serviços. Sua equipe de segurança acompanha todos os processos que ocorrem dentro do banco.

Desde a concepção de um produto até a sua entrega, eles analisam como tudo vai acontecer. Agora, o C6 Bank torna-se o primeiro banco no Brasil a oferecer a biometria facial como método de segurança. É uma camada adicional, que soma-se às outras, como a senha e autenticação de dados.

Uma pesquisa Ipec/C6 Bank feita em 2021 demonstra que a cada cinco brasileiros, um salva as senhas no bloco de notas do dispositivo. Além disso, 10% das pessoas cadastram sequências numéricas como senha, e 17% a data de nascimento. Além disso trazer riscos à segurança, existem também os diversos casos de roubo, perda e fraude.

Assim, a biometria facial pelo app surge como uma maneira de deixar o cliente ainda mais confiante. Dessa maneira, a nova camada de segurança oferece uma proteção inédita no mercado.

C6 Bank habilita reconhecimento facial pelo app: como funciona?

Agora, já ao abrir a conta, o C6 Bank coloca a biometria facial para autenticar a identidade do titular da conta. Assim, o cliente deve cadastrar o rosto, dados pessoais e fazer escaneamento do seu documento. O banco então cruza as informações, para confirmar se o cliente é quem diz ser.

Se não for, a abertura da conta é interrompida. Além disso, a biometria facial contém um recurso de prova de vida, que possibilita que o banco analise se quem solicita a conta é uma pessoa a segurar o celular, não alguém exibindo uma foto estática.

A biometria também surge nas transações por Pix, TEF, TED e pagamentos em geral. Através dela, o cliente usa a câmera do celular para comprovar que é ele mesmo antes de fazer a transação. Se outro rosto surgir na tela, o app vai ser desativado de forma permanente no dispositivo.

Segundo o chefe de cibersegurança do banco, mesmo que alguém tenha a senha do app e das transações, a pessoa não vai poder fazer transações sem o reconhecimento da biometria. Assim, é uma prevenção contra fraudes e roubos.

O processo também ocorre quando o cliente usa um celular diferente para acessar o app. Assim, ele tem que digitar sua senha de seis dígitos, e em seguida fazer o reconhecimento facial. Esse processo se chama “ativação de dispositivo seguro”. É uma autorização para o uso do app em determinado aparelho.