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Segundo Febraban, Pix se consolida como método de pagamento mais utilizado do país

Com 2 anos de funcionamento, o Pix se tornou o meio de pagamento mais usado pelos brasileiros. Entre o dia do seu lançamento, 16 de novembro de 2020, e o dia 30 de setembro de 2022, foram feitas 26 bilhões de transações no sistema de transferências instantâneas do Banco Central. Essas transações atingiram um valor ainda mais impressionante: R$ 12,9 trilhões.

Esses números foram observados durante um levantamento da Febraban (federação dos bancos) com base em dados do Banco Central. No primeiro mês de operação, o Pix já havia superado as transações feitas através do DOC (Documento de Crédito). Já em janeiro de 2021, ele ultrapassou as transações feitas através da TED (Transferência Eletrônica Disponível), e em março do mesmo ano passou na frente do número de transações feitas com boletos. Em abril, superou a soma de todos eles.

Em 2022, foi a vez do Pix superar as operações no cartão de débito e crédito – os primeiros foram ultrapassados em janeiro e os segundos em fevereiro. Ao atingir esse feito, ele se tornou o meio de pagamento mais usado no Brasil.

Inclusive, existem empresas estrangeiras atuando aqui que já aceitam esse método, havendo também aquelas que encorajam os consumidores a usar carteiras digitais e apps de finanças, como é o caso das casas de apostas que aceitam Picpay, por exemplo, e oferecem benefícios aos usuários que escolhem essa forma de pagamento. As plataformas de jogatina listadas pelo sitedeapostasonline.net ainda trazem bônus e promoções exclusivas, e o site de análises mostra os cupons disponíveis para cada uma delas.

Inclusão financeira

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Com um crescimento estrondoso no seu uso, o Pix vem funcionando como uma ferramenta eficaz de inclusão financeira no país, reduzindo a necessidade do uso de dinheiro em espécie e os custos de transporte e logística de cédulas, que podem chegar a cerca de R$ 10 bilhões por ano.

“As transações feitas com o PIX continuam em ascensão, revelando a grande aceitação popular do novo meio de pagamento, que trouxe conveniência e facilidades para os clientes em suas transações financeiras do cotidiano. Nos últimos 12 meses, registramos um aumento de 94% das operações com a ferramenta”, explica Isaac Sidney, presidente da Febraban.

Apenas no último mês de setembro, a ferramenta foi responsável por transacionar R$ 1,02 trilhões, sendo que o valor médio de cada transferência foi de R$ 444. Já a TED somou R$ 3,4 trilhões no mesmo mês, com um tíquete médio de R$ 40,6 mil – isso mostra que o Pix é usado para transações de valores menores, enquanto o TED ainda é preferível para grandes quantias de dinheiro.

Quase metade dos seus usuários estão na região Sudeste (43%), enquanto o Nordeste fica em segundo lugar, com 26% dos usuários. Em seguida vêm o Sul (12%), Norte (10%) e Centro Oeste (95%). Desde o seu lançamento, mais de 523 milhões de chaves foram cadastradas no Diretório de Identificadores de Contas Transacionais do Banco Central. São 213,9 milhões de chaves aleatórias, seguidas das chaves que são o CPF (114,2 milhões), celular (108,3 milhões) e e-mail (77,5 milhões) dos indivíduos.

No que tange aos usuários, 64% deles têm entre 20 e 39 anos. Até o mês de outubro, pelo menos 141,4 milhões de brasileiros já tinham usado o Pix em seus pagamentos. Segundo a Febraban, o Pix é aprovado por 85% dos brasileiros.

Golpes

Infelizmente, por conta da sua popularidade e praticidade no uso, a forma de pagamento é uma das mais visadas por bandidos e golpistas, havendo um aumento nas fraudes e golpes criados por quadrilhas especializadas. Com isso, o BC e as instituições financeiras criaram medidas para aumentar a segurança da ferramenta, como o mecanismo de devolução e a possibilidade de criar um limite de transferências diárias.